terça-feira, 8 de abril de 2008

Henrique Alfonso Triviño - os delírios de Dom Quixote

José Monge:

Porque todos temos um pouco de D. Quixote, na busca, no ideal de beleza, em que a grandeza do que os olhos vêm, está sobretudo na ideia que dela fazemos...

Quixote sebastiânico,
Numa tarde de nevoeiro
Contra gigantes, titânico
Sem o Sancho, seu companheiro.

No querer, na força, a razão
De ver mais que a realidade,
Alma pura, nobre coração,
Ontem e hoje, sem idade.

José Monge, 08-04-2008

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